sexta-feira, 9 de abril de 2010

Felicidade ou Infelicidade?

Antes, eu queria pedir desculpas as poucas pessoas que já conhecem e visitam aqui, estive em um mês tenso. Provas, Simulado e muito trabalho.

Diferente dos outros, hoje eu venho desabafar e tirar tudo que está preso aqui no meu peito, algo que é impossível continuar guardando...

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Por muitas vezes, já me senti um moleque apaixonado... Não só por mulheres.. mas em si, pela vida.
Com o tempo, isso mudou. Descobri que paixão por mulheres é uma coisa passageira, um desejo para satisfazer o próprio ego e talvez pra despertar algo, o AMOR.
Mas e a paixão pela vida? Acho que é a unica coisa eterna, que se você gostar mesmo, nunca terá fim, pois cada momento será vivido intensamente.
Amor, Amor e Amor... Você de novo?
O que é você? O que você quer de mim?
Você não tem nenhuma explicação sensata para seu significado... afinal, cada um define o amor por si próprio.
Amor, meu velho conhecido, companheiro de horas vagas, de momentos vazios e de dias carentes...
Por que fazes sofrer tanto assim? É algum tipo de teste?
Sinceramente, já não tenho mais forças para ti, não tenho mais estratégias para te dominar, tampouco alegria pra continuar a te buscar.
Amor, resume-se a felicidade ou infelicidade?
No ponto em que estou, não tem resumo, palavra sinônima, sentimento parecido.
Amor? Raiva? Medo? Insegurança? Ódio?
Tanta coisa relacionada com uma palavra desse tamanho? E que... pode ter significados/sentidos enormes.
Faz parte. Parte de que? Vida? Como definí-la se me sinto assim?
Como gostar de alguém e ter medo de falar, de jogar a real?
Diria que me sinto infeliz e feliz ao mesmo tempo... Ao mesmo tempo em que sofro calado, essa dor de gostar de você, de desejar você, de querer você... Eu tenho a felicidade de ter AMIGOS pra abrirem os caminhos dos meus olhos e ver que muitas vezes, nada é tão real.
Não digo do que sinto por você, mas que a infelicidade, é nós que aceitamos a partir do momento em que vivemos como escravos dos nossos sentimentos... ou melhor... quando aceitamos nossa fragilidade em pensar no dia de amanhã, de como seria, se seria diferente/mudaria em algo.
Certeza, é uma coisa que não me falta.
Atitude, é a razão de eu continuar a lutar.
Coragem, é a razão de me admirar, independente de circunstância.
Insegurança, é a razão de estar apenas escrevendo... ao invés de falar.
Medo, é a razão que ainda me faz não te falar.

Amor, felicidade ou infelicidade?
Amor, tristeza ou alegria?
Amor, amar ou ser amado?
Amor, cada um define como quer. Cada um escolhe a batalha a se lutar... Cada um julga certo o que pensa ser... Mas acima de tudo, cada um luta até onde consegue, e minha coragem, minha certeza minhas atitudes, não me deixam parar aqui.
Não sem ter como definir o amor, mais precisamente...
Eu e Você.

Douglas Mussatto da Costa
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10/04/2010.

4 comentários:

  1. Mto legal primo...Beem profundo... :)

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  2. Assumo que achei muito lindo o texto, sinceramente.

    Misturou um lado mais autista, de parar pra pensar em si mesmo, mas ainda assim mostrando que a luz que te guia é o amor, a pessoa amada.

    Muito bom mesmo. Me fez acreditar que cada um define o que é amor.

    Não, não achei emo.

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  3. "Insegurança, é a razão de estar apenas escrevendo... ao invés de falar."

    Profundo. São poucas as pessoas que conseguem transmitir sentimentos em forma de palavras.

    Parabéns.

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  4. Muito bom, mon ami, realmente bom!
    Bem sintetizado, bem moderno.
    Mas eu acho que podia dar uma melhoradinha, colocar alguma metáfora/comparação, ainda mais falando de vida, amor, medo, insegurança, dá uma realçada no tema, um ar de mistério. Além de fechar o texto, deixá-lo mais profundo.
    Sei lá, de qualquer forma, está muito bom assim!

    Gratuluje!

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